sexta-feira, 29 de maio de 2009
BOVINOCULTURA MIXTA
Sempre foi muito comum encontrar numa mesma propriedade rural, as duas atividades econômicas além da agricultura, a bovinocultura de corte e de leite. Das 730 propriedades pesquisadas encontrou-se o segunte resultado.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
ETNIA - É bom saber!
“A etnia representa a consciência de um grupo de pessoas que se diferencia dos outros. Esta diferenciação ocorre em função de aspectos, principalmente raciais, lingüísticos, religiosos, históricos, culturais e artísticos”.
Não se forma um conceito estável de etnia, podendo mudar com o passar dos momentos. O aumento da população, o contato de um povo com outros possibilita a miscigenação cultural e pode provocar mudanças numa determinada etnia. Além da ajuda cultural que possam ter trazido para nós, são três as etnias matrizes em Goiás: Índios, brancos e negros.
a) O índio já estava aqui, o possuidor das terras, protegendo seus domínios e sua liberdade. Procurado para ser doutrinado ou aldeado, esses silvícolas recuavam sempre do convívio com os "civilizados".
b) Os bandeirantes (tidos como homens brancos), aqui chegando, procuraram instalar-se como nobre civilizadores. Adotando usos e costumes da nobreza, deixava o trabalho para os braços escravos. A eles, eram atribuídas as riquezas e o poder no desempenho dos cargos públicos. As vezes para eles, era mais digno ser um pedinte do que se submeter ao afazeres.
c) A princípio o negro veio, escoltando seus senhores bandeirantes. Mais tarde, é que vieram diretamente da África, já com a permissão e o estímulo às práticas beatificantes dos cristãos. Organizava-se em irmandades ou confrarias.
A partir de 1726 (fundação de Villa Bôa, por Bartolomeu Bueno da Silva, o filho) começou o povoamento de Goiás, que se intensificou durante o período do ciclo do ouro, na era colonial. Desta maneira, a concepção do povo goiano também teve, por sua vez, a contribuição de diferentes etnias.
Inicialmente, já encontrando aqui as raças indígenas, vieram os portugueses e os escravos africanos, favorecendo a mestiçagem entre eles. Posteriormente ocorreram as migrações internas oriundas de São Paulo, Maranhão, Minas Gerais, Bahia e Pará, como também imigrações de italianos, espanhóis, alemães, gregos, japoneses, libaneses, sírios e outros povos, que ocorreram de forma casual e sem controle da entrada e saída, às vezes permanecendo, às vezes saindo, deixando e levando seu espólio de genético.
Toda essa formação aleatória da população se “miscigenaram”, de maneira que as análises de prevalência das consangüinidades hereditárias no Brasil formaram as diversas variantes, que devem levar em consideração os processos históricos de formação étnica da população no caso em tela. Contudo, é importante lembrar que a participação do indígena na composição étnica do povo goiano não foi tão significativa, pois as relações entre índios e exploradores das minas foram praticamente guerreiras e de mútuo extermínio. Além disso, as doenças infecciosas trazidas por europeus e africanos tornavam os índios suscetíveis às epidemias. Assim, a formação étnica da população de Goiás traz em seu patrimônio genético, as mais variadas combinações. Concomitantemente isso serve de premissa para a formação do gentílico goiatubense que não foge a exceção (regra geral) do povo goiano.
Fonte:
http://www.suapesquisa.com
domingo, 19 de outubro de 2008
GOIATUBA-GO Aspectos Físico do Município

O município de Goiatuba pertence à microrregião homogênea Vertente Goiana do Paranaíba, com uma população de 32.492 (Trinta e dois mil quatrocentos e noventa e dois habitantes) IBGE/2010. Localiza-se entre os paralelos 17º 46’ 48” de latitude sul e os meridianos 49º 10’ 00” e 50º 18’ 00” de longitude oeste. A sede do município localiza-se a 18º 00’ 48” de latitude sul por 49º 21’ 30” longitude oeste, a uma altitude média de 783 metros acima do nível do mar e as encostas altimétricas variam de 400 a 850 metros com uma altitude média de 485 metros acima do nível do mar. Limita-se ao norte com os municípios de Vicentinópolis, Joviânia e Morrinhos; ao sul, com os municípios de Castelândia, Bom Jesus de Goiás, Panamá e Itumbiara; a leste com Buriti Alegre e a oeste com Porteirão. A área atual do município é de 2.475,107 Km2 ou seja, 247.510,7 hectares (51.138 alqueires e 57 litros) contando atualmente com o distrito de Marcianópolis, povoado da Serrinha e quatro aglomerados denominados de Posto Alvorada, Rochelândia, Santo Antônio e Venda Sêca.
O município de Goiatuba
O município de Goiatuba desmembrou-se de Morinhos em 21 de janeiro de 1.931 com uma área de 4.742,107 Km2. Em 1958 desmembra e emancipa Joviânia com 455 Km2. Em 1.963 emancipou Bom Jesus com uma área de 1.208 Km2 e em 1.995 emancipou o Distrito de Porteirão com uma área de 604 Km2. Atualmente o município de Goiatuba conta com uma área de 2.475,107 Km2 de pura fertilidade.
Distante 173 km da capital, a geologia do município é formada por estruturas do pré-cambriano representado pelo complexo goiano. A formação da Serra Geral cobre a maior parte do município.
O relevo é caracterizado por todo o plano ou por ser medianamente dissecado em formas conexas associadas às formas tabulares e amplas. À margem do Rio dos Bois, o relevo apresenta-se plano, sujeito a inundações periódicas devido às dificuldades de escoamento das águas pluviais. Predomina na região o latossolo roxo distrófico e eutrófico. O clima do município é tipicamente tropical quente e úmido, apresentando nitidamente as estações secas e chuvosas. As altitudes do município não provocam modificações marcantes nas médias térmicas. As temperaturas médias variam de 19 º C a 30 º C.
Os lugares de belezas naturais são muitos, mas a exploração ainda é pouca. Esse potencial, característico de quase todos os municípios da nossa região sul de Goisá, reflete-se mais uma vez nas cachoeiras, quedas de água no perímetro rural próximo a sede do município. Moradores das ditas áreas rurais, reafirmam a existência de várias cachoeiras de destaque no entorno da cidade. Elas se situam na fazenda do Zé Doca, outra na fazenda do Antônio Cardoso, no córrego Lajeado fica a cachoeirinha e, a fazenda do Sr. Adevaldes Pereira, também é outra privilegiada. A fazenda Santa Maria, conta com o Brejo do Bezerra. Existe ainda uma cachoeira no córrego Ponte Lavrada, a cachoeira do Macuco, Fazenda Cachoeira e por final, o principal curso do rio que banha o município no sentido norte sul, o Meia Ponte, que nasce no municipio de Itauçu na Serra dos Brandões. Vale lembrar que, pelo ano de 1.732 Bartolomeu Bueno, o filho, ao cruzar este rio nas imediações onde hoje se acha a Usina do Rochedo, o bandeirante valeu-se de duas toras de madeira como travessia. Ao retornar pela mesma rota só encontrou uma, a outra fora levada pelas correntezas d’água. Com esse fato, usou a expressão “meia ponte” nome que conserva até os dias de hoje.
Alguns pontos geográficos como a Serra do Canastra, sendo também um lugar muito bonito e vale a pena ser conferido. Uma caverna de difícil acesso na Faz. Marimbondo e cinco sítios arqueológicos identificados, dos quais três com material coletado: Fazenda Santana, Fazenda Mata Preta e Fazenda Marimbondo.
Distante 173 km da capital, a geologia do município é formada por estruturas do pré-cambriano representado pelo complexo goiano. A formação da Serra Geral cobre a maior parte do município.
O relevo é caracterizado por todo o plano ou por ser medianamente dissecado em formas conexas associadas às formas tabulares e amplas. À margem do Rio dos Bois, o relevo apresenta-se plano, sujeito a inundações periódicas devido às dificuldades de escoamento das águas pluviais. Predomina na região o latossolo roxo distrófico e eutrófico. O clima do município é tipicamente tropical quente e úmido, apresentando nitidamente as estações secas e chuvosas. As altitudes do município não provocam modificações marcantes nas médias térmicas. As temperaturas médias variam de 19 º C a 30 º C.
Os lugares de belezas naturais são muitos, mas a exploração ainda é pouca. Esse potencial, característico de quase todos os municípios da nossa região sul de Goisá, reflete-se mais uma vez nas cachoeiras, quedas de água no perímetro rural próximo a sede do município. Moradores das ditas áreas rurais, reafirmam a existência de várias cachoeiras de destaque no entorno da cidade. Elas se situam na fazenda do Zé Doca, outra na fazenda do Antônio Cardoso, no córrego Lajeado fica a cachoeirinha e, a fazenda do Sr. Adevaldes Pereira, também é outra privilegiada. A fazenda Santa Maria, conta com o Brejo do Bezerra. Existe ainda uma cachoeira no córrego Ponte Lavrada, a cachoeira do Macuco, Fazenda Cachoeira e por final, o principal curso do rio que banha o município no sentido norte sul, o Meia Ponte, que nasce no municipio de Itauçu na Serra dos Brandões. Vale lembrar que, pelo ano de 1.732 Bartolomeu Bueno, o filho, ao cruzar este rio nas imediações onde hoje se acha a Usina do Rochedo, o bandeirante valeu-se de duas toras de madeira como travessia. Ao retornar pela mesma rota só encontrou uma, a outra fora levada pelas correntezas d’água. Com esse fato, usou a expressão “meia ponte” nome que conserva até os dias de hoje.
Alguns pontos geográficos como a Serra do Canastra, sendo também um lugar muito bonito e vale a pena ser conferido. Uma caverna de difícil acesso na Faz. Marimbondo e cinco sítios arqueológicos identificados, dos quais três com material coletado: Fazenda Santana, Fazenda Mata Preta e Fazenda Marimbondo.
Fatos que contribuíram para o desenvolvimento da região
Eurípedes Vieira de Castilho e seu quadro "Pouso das Bananeiras"A oralidade histórica conta que:
1.860- Em virtude da facilidade em adquirir terras, pelo seu baixo valor e ótima fertilidade do solo, aos poucos, aqui foram-se instalando os primeiros moradores.
1873- Um decreto do Governo Imperial “Com o propósito de dotar a Província de Goiás de reais condições de transporte ferroviário, visando integrá-lo ao resto do território brasileiro, surge em 1873 um decreto do Governo Imperial para que tal situação seja concretizada. Dessa maneira, o então presidente da província goiana Antero Cícero de Assis, foi autorizado a contratar a construção de uma estrada de ferro para ligar a cidade de Goiás, ora capital, à margem do Rio Vermelho, partindo da estrada de ferro Mogyana.”
1.891- A Constituição de, diz no Art. 3º - “Fica pertencendo à União, no Planalto Central da República, uma zona de 14.000 Km2, que será oportunamente marcada, para nela estabelecer-se a futura Capital Federal.”
1.896- Cinco anos após a promulgação da Constituição de 1891, noticia-se a chega da estrada de ferro.
1.909- Inaugura-se a Ponte Afonso Pena na divisa de Goiás com Minas Gerais (Itumbiara).
1.909- Mogyana, os trilhos da Ferrovia Paulista atingiram a cidade mineira de Araguari, é o progresso vindo em nossa direção.
1913- Goiás foi ligado à Minas Gerais pela E.F. Goiás e pela “Rede Mineira de Viação”. Inaugura uma nova fase na história da evolução do Estado de Goiás. “A idéia da Mogiana era alcançar Catalão, em Goiás (daí o nome) e dali seguir para Belém do Pará, coisa que nunca aconteceu. Na verdade, a E. F. de Goiás acabou por construir esse trecho, chegando até Goiânia e Brasília. Em 1915”.
As ferrovias passaram ocupar um papel de destaque, pois vieram contribuir positivamente no escoamento dos produtos aqui cultivados. Como a conseguinte intensificação do povoamento goiano que ligou-se a duas ordens principais: de um lado facilitou o acesso dos produtos goianos aos mercados do litoral, de outro possibilitou a ocupação de vastas áreas da região meridional de Goiás, correspondendo à efetiva ocupação agrícola e pecuária. Desta forma entre outros povoados, viria consolidar-se também a Villa de São Sebastião das Bananeiras.
A Estrada de Ferro Goiás teve a construção iniciada em 1907, sendo inaugurado o trecho inicial de Araguari, MG, a Engenheiro Bethout em 1911. Outros trechos foram construídos, como também recebidas linhas da EFOM, concluindo-se a ligação final com Anápolis em 1935.
Outro fato marcante foi a iniciativa do Padre Marinho, com a finalidade de estabelecer relações comerciais com Minas Gerais e São Paulo, utilizou como referência para fazer uma estrada, o caminho dos tropeiros. Partindo de Campinas (hoje bairro de Goiânia), rumava em direção da região a qual deu o nome de Pouso Alto (Piracanjuba), passando por Morrinhos, daí seguindo até a margem direita do rio Paranayba, chegando até o lugar onde encontrava-se instalado o Porto do Major Camillo, onde mais tarde, deu-se a construção da Ponte Afonso Pena, inaugurada em 15 de novembro de 1.909, ligando definitivamente os Estados de Goiás e Minas Gerais.
Manoel Gabinatti Espósito Espositel
Nascido por volta de 1880, natural de Paracatu-MG, de descendência italiano, concluiu o seminário em CaraçaMG apenas para satisfazer a vontade do pai. No dia em que seria ordenado a padre, recusou seus méritos, pois não era sua vocação.
Mais conhecido por Gabinatti, carregava consigo a mania de escolher nome para os lugares, foi seu hábito constante, andar mundo afora. Algumas pessoas diziam que era louco, levava consigo o ônus da desobediência do pai, ao negar receber a batina quando seminarista no Colégio de Caraça-MG. Foi contemporâneo de Artur da Silva Bernardes quando este cursava Humanidades no mencionado colégio. Era admirador Francisco Mendes Pimentel.
Pessoas mais idosa, que o conheceram, relataram que Gabinatti apareceu aqui por volta do ano de 1.920, época em que conquistou a amizade de muitos e sugeriu a mudança do nome de Bananeiras. Para muitas pessoas que exerciam liderança no local, Gabinatti afirmava que Goiatuba era uma alusão ao nome do Estado, uma homenagem à lendária tribo indígena dos Goyázes, encontrada pelos bandeirantes em tempo pretérito.
A junção do termo tupi “Gwa yá,” que quer dizer indivíduo igual, semelhante ou da mesma raça e a palavra “tuba,” quer dizer: grande, muito cheio, muita coisa. Gabinatti, sempre que aqui retornava, insistia na mudança do nome, afirmando que: “Aqui não pode mais chamar Bananeiras, tem que ser Goiatuba.” Nada traduziria melhor a cidade que o próprio e curioso significado etimológico: “Gwa yá tuba” - Muitos indivíduos da mesma raça, ou poeticamente como queria Gabinatti: “Onde Goiás é grande”.
Quem conheceu Gabinatti e o acolheu nos últimos dias de vida, afirmou que Gabinatti muito inteligente, possuía apenas algumas manias, mesmo sendo mineiro de Paracatu, não gostava de Minas Gerais. Como também ficava irritado quando alguém desmerecia sua capacidade intelectual. Responsável pelo batismo de outros municípios na nossa região, o memorável andarilho, já antevia o futuro da Villa de Bananeiras, sabia que o pequeno vilarejo , ainda que possuísse apenas três ruas, resultaria num lugar que despontaria rumo ao desenvolvimento de Goiás. Faleceu em 19 de dezembro de 1936, na fazenda Paciência e foi sepultado no Cemitério do Distrito de Tapuirama, próximo a Uberlândia-MG.
Novos pólos para o desenvolvimento de Goyaz
Av. Goiás (hoje Av. Presidente Vargas) Óleo sobre duratex - Autor: Eurípedes Vieira de Castilho"Das diversas rotas, pode-se afirmar agora o nosso caso. Os ditos pousos que, entre um e outro, independente de quem estivesse indo ou vindo às sombras acolhedoras das árvores, lá estava a margem direita do córrego Bananeiras, cabeceira do Santa Maria, o Pouso das Bananeiras. (onde é hoje a Praça João Leite). Originado das ditas paragens, um acidente geográfico de fácil reconhecimento dos viajantes, mascates, homens de negócios e até mesmo aventureiros em busca da sorte. Esse lugar não pode mais ser esquecido. Assim ficaram marcados os desígnios de uma futura e próspera cidade, emergida da rota de alguns bandeirantes, transformado entre outros, em Estrada Real, surge o Pouso das Bananeiras, nome batizado pelos mais antigos transeuntes e pelos tropeiros. Posteriormente, Arrayal de São Sebastião do Pouso Alegre, São Sebastião das Bananeiras, mais tarde Bananeira e por fim, Goiatuba.
Em virtude da facilidade em adquirir terras pelo seu baixo valor e ótima fertilidade do solo, aos poucos aqui, foram instalando os primeiros moradores. Terra de posse, agregados e donatários de sesmarias que, durante o decorrer do século XVIII, redefini-se para nós, uma nova era para o início do século XIX. Assim foram chegando aos poucos, as primeiras famílias que alavancaram o progresso da região.
Podemos ver que os povoamentos, também conhecidos como patrimônios, estavam ligados muitas das vezes, ao desejo dos fazendeiros de valorizar suas terras, doando parte delas a um santo ou santa, na intenção imediata, após a doação, de iniciarem ali serviços e festas religiosas, construir capelas, surgimento de pequenos comércios, algumas casas e assim paulatinamente, até consolidar a villa, um ponto de referencia para os negócios, que num futuro passaria a município.
Em 1.860 registra-se o aparecimento dos primeiros proprietários e moradores de sesmarias, glebas de terras concedidas pelo Governo da Província de Goiás em nossa região, que era logicamente ligados à origem de Morrinhos, que fora também subordinado a Santa Cruz de Goiás, período em que remonta à primeira metade do século XIX, isto na transição da economia mineradora para a agropecuária. A partir de 1888, o adensamento e a expansão do povoamento nas porções meridionais de Goiás (Sudeste, Sul e Sudoeste) evidenciaram-se através da formação de diversos povoados como: Nazário, Catingueiro Grande (Itauçu), Inhumas, Cerrado (Nerópolis), Ribeirão (Guapó), Santo Antônio das Grimpas (Hidrolândia), Pindaibinha (Leopoldo de Bulhões), Vianópolis, Gameleira (Cristianópolis), Urutaí, Goiandira, Ouvidor, Cumari, Nova Aurora, Boa Vista de Marzagão (Marzagão), Cachoeira Alta, São Sebastião das Bananeiras (Goiatuba), Serrania (Mairipotaba), Água Fria (Caçu), Cachoeira da Fumaça (Cachoeira de Goiás), Santa Rita de Goiás, Bom Jardim (Bom Jardim de Goiás) e Baliza, possibilitando surgimento de novos municípios: Planaltina, Orizona, Bela Vista, Corumbaíba, Santa Rita do Paranayba (Itumbiara), Mineiros, Anicuns, Trindade, Cristalina, Pires do Rio, Caldas Novas e Buriti Alegre.
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